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Julho: Mês da Conscientização do Dízimo

  • Foto do escritor: Pastoral de Comunicação
    Pastoral de Comunicação
  • há 42 minutos
  • 2 min de leitura
“Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama quem dá com alegria.” (2Cor 9,7)

No mês de julho, a Igreja no Brasil celebra o mês de conscientização do dízimo, um tempo dedicado à formação, à reflexão e à renovação do compromisso dos fiéis com a missão evangelizadora da Igreja. Neste ano, o subsídio da pastoral do dízimo do Regional Nordeste 3 da CNBB traz como tema “Dízimo: expressão de amor e pertencimento”, inspirado nas palavras de Jesus: “Onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração” (Mt 6,21). O material recorda que o dízimo é um sinal de pertencimento à comunidade de fé e uma forma concreta de manifestar o amor a Deus, à Igreja e aos irmãos.


Na Santa Missa do domingo, 19 de julho, o Bispo Diocesano Dom Antônio Tourinho Neto destacou, em sua homilia, que o dízimo pode ser comparado ao fermento colocado na farinha: mesmo sendo uma pequena porção, é capaz de transformar toda a massa. Da mesma forma, o compromisso fiel dos dizimistas fortalece a comunidade, impulsiona a evangelização e torna a Igreja cada vez mais presente na vida das pessoas. O bispo também recordou que o verdadeiro dizimista testemunha sua fé por meio da generosidade, do compromisso e da coerência entre aquilo que acredita e a forma como vive.



Ao longo deste mês, a comunidade é convidada a refletir sobre as quatro dimensões do dízimo: a religiosa, como expressão de gratidão a Deus; a eclesial, que contribui para a manutenção da vida pastoral e da estrutura da Igreja; a missionária, que fortalece o anúncio do Evangelho; e a caritativa, que possibilita o cuidado com os irmãos e irmãs em situação de vulnerabilidade.


Como destaca o subsídio, a experiência do dízimo fortalece a vida cristã e o sentimento de pertença à comunidade. Mais do que uma contribuição material, trata-se de um gesto de fé, gratidão e corresponsabilidade, que permite à Igreja continuar evangelizando, celebrando os sacramentos e promovendo ações de solidariedade. Assim, cada dizimista torna-se colaborador na construção do reino de Deus, testemunhando que tudo o que possui é dom do Senhor.




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